Hoje teve reunião do clube da Luluzinha no Penélope, comida agradabilíssima e bom preço. Eu, Samantha, Laís, Mari, Sheila e Glorinha relaxamos e batemos papos de mulher, mercado de trabalho e a vitrine do açougue onde vivemos. Açougue sim, pois aqui, o fato de uma mulher vir trabalhar com uma discreta alcinha pode surtir o mesmo efeito da vinda ao trabalho só de calcinha. Não, nós não trabalhamos numa fábrica de carros!!!
Escrito por Tete às 17h01
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Ontem, ao chegar em casa cansada e de saco cheio, fui surpreendida por um lindo arranjo de rosas cor-de rosa, as minhas prediletas...
Escrito por Tete às 17h24
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Por que os casamentos atuais não duram, por Tatiana, a carioca-paulistana que acabei de conhecer:
"Está tudo errado! Hoje o homem chega nervoso, estressado do trabalhado e sua mulher ainda nem chegou. Não existe mais uma companheira que consiga aturar seus problemas e aflições, a joranada tripla da mulher não permite. Os filhos, frutos do amor do casal, são criados pela avó, babá ou escolinha e o o tempo para a construção de um lar dura somente dois dias do final de semana. Cadê a estrutura?"
Escrito por Tete às 15h03
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Festa em Pindamonhagaba para comemorar o aniversário de Dona Sylvia. Um lindo sítio com vista para a serra de Campos do Jordão. No final de um dia ensolarado, dois lindos arco-íris nos visitaram e um delicioso bolo de chocolate satisfez nossa (minha) paixão por doces.
Na volta, dormimos em Caçapava, visitamos alguns familiares e conhecemos o mais novo de todos, Gianlucca, filho de Sandro e Ana Paula.
Escrito por Tete às 14h57
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